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JamesGill

James Gill, nascido a 20 de dezembro de 1934 em Tahoka, Texas, é um pintor norte-americano do movimento Arte pop.
O Museu de Arte Moderna (Nova Iorque) inclui, desde 1962, na sua coleção permanente o quadro tríptico (3 partes) Marylin Tryptich. No auge da sua carreira, James Gill retirou-se da cena artística e só regressou 30 anos mais tarde.
James Gill nasceu em 1934 em Tahoka, Texas, e cresceu em San Angelo, Texas. A sua mãe, arquiteta de interiores e empresária, encorajou o a ter interesse artístico. No liceu, Gill fundou com amigos um clube de rodeo para concretizar o sonho de se tornar cowboy. Durante o serviço militar, Gill trabalhou como desenhador e autor de cartazes. De regresso ao Texas, continuou os seus estudos no San Angelo College e continuou a trabalhar para um gabinete de arquitetos. Em 1959, estudou na Universidade do Texas, em Austin, para trabalhar posteriormente em conceção da arquitetura em Odessa. A seguir concentrou-se na sua carreira artística.
Em 1962, mudou-se para Los Angeles. Na sua bagagem encontravam-se várias pinturas, incluindo Women in Cars, que apresentou na galeria de Felix Landau. Em novembro de 1962, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, - através de uma doação de John e Dominique de Menil, - juntou a sua colecção a pintura de Marilyn Monroe denominada Marylin Tryptich, dando-lhe reconhecimento internacional. O seu desenho Laughing Women in Car and Close-up foi mostrado no Museu de Arte Moderna por entre os desenhos de Picasso e Redon. Em 1965, Gill deu aulas de pintura na Universidade do Idaho. Durante este período, o seu trabalho era frequentemente depressivo e sombrio, tanto no tom como no humor. O tema principal do seu trabalho eram acontecimentos sociais e políticos tais como a Guerra do Vietname. Há entre eles, uma série de pinturas antiguerra que retratam os dirigentes civis e militares. O escritor William Inge descreveu estes quadros como: «Retratando figuras de elevado destaque social, momentaneamente apanhadas num qualquer ato nefasto, que provavelmente destruirá a sua reputação política ou profissional».
O seu trabalho As Maquinas decorre de uma série de imagens antiguerra. A composição combina a atenção dos meios de comunicação dos Estados Unidos com o retrato das condições de combate no Vietname. Como artista, Gill adquiriju reputação por tratar assuntos correntes a partir de cópias de imagens fotográficas. A combinação do seu expressionismo em conjunto com o seu lápis de grafite destacava-se contra a tendência da época. O escritor William Inge descreveu as suas composições sombrias de lápis de grafite como: «pinturas que captam um momento de verdade, de uma beleza infeliz, que as tornam memoráveis». Em 1967, a exposição "São Paulo 9 - Ambiente Estados Unidos: 1957-1967", no Brasil, mostra os trabalhos de Gill conjuntamente com artistas como Andy Warhol e Edward Hopper. Esta exposição lançou Gill definitivamente no mundo da arte internacional. As suas obras foram incluídas nas coleções dos mais importantes museus internacionais, tais como o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque ou a National Portrait Gallery. No mesmo ano, a revista Time pediu-lhe para retratar Alexander Soljenítsin, que tinha acabado de fugir de um campo de trabalho soviético. Gill produziu um quadríptico, que esteve pendurado cerca de cinco anos no hall do edifício onde se encontrava a revista Time Life. A figura, inicialmente sem rosto torna-se num homem sorridente, que recuperou a sua liberdade. Nas palavras do próprio artista: «Todas as pessoas são prisioneiros políticos na maneira que são prisioneiros do sistema em que nascem».
As fontes de inspiração de Gill vieram sempre do presente. O seu reconhecimento enquanto artista foi feito não só com base nos seus retratos de personalidades famosas como John F. Kennedy, Marilyn Monroe e os Beatles, mas também, em larga medida sobre os seus outros trabalhos, que questionavam a estrutura do poder político e a guerra em geral. Um trabalho importante deste período é o quadro Political prisoner. A pintura mostra a silhueta de uma mulher grávida. O seu corpo é o símbolo da longevidade da população e a possibilidade de um novo recomeço de cada geração, livre dos erros da geração dos seus pais. Mas ao mesmo tempo, Gill parece sugerir que mesmo a criança que vai nascer, está à partida presa: nascida no caldeirão de uma família nuclear, e que, a nova geração poderá ser, infelizmente, herdeira de um mundo que não ajudou a criar, mas que a criou a ela própria.
Em 1969, Gill lecionou na Universidade da Califórnia em Irvine.
Em 1970, foi-lhe oferecido um posto de professor convidado na Universidade do Oregon em Eugene. Gill estava então no auge da sua carreira e era muito popular na cena da Arte pop. Mas muitos dos seus contemporâneos viram nas suas obras um sentimento profundo e complexo que exprime mais que a intenção da Arte pop: «Gill é um importante artista da Arte pop, mas é mais do que um pintor e trata os seus temas de uma maneira muito carregada emocionalmente, indo para além do artista pop», escrito pelo Los Angeles Times Art Editor Henry J . Seldis na edição de 8 de novembro de 1965.

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